3 de Março de 2010

O governo deve salvar Hotel da Bahia, diz senador

Publicado por Assessoria de Comunicação em Direto da Redação

Pestana Bahia foi salvo do fechamento no governo César Borges

Preocupado com o destino do Hotel da Bahia, que enfrenta a iminência de fechar, o senador César Borges (PR-BA) disse hoje (03) que o governo do estado “pode e deve ajudar a salvar o Hotel da Bahia, evitando seu fechamento e graves prejuízos para o turismo baiano”. César Borges lembrou que, quando governou a Bahia, interferiu com êxito para que o então Hotel Meridien voltasse a funcionar através de um novo grupo hoteleiro. Na época, outubro de 2000, o grupo Pestana, o maior do setor em Portugal, trabalhou em parceria com o governo estadual, recebendo financiamento de R$ 10 milhões, via Desenbahia, para adquirir o hotel.

Para receber o apoio, o grupo português assumiu o compromisso de investir cerca de R$ 25 milhões para a reforma e modernização do imóvel, com recursos do Banco do Nordeste. De acordo com César Borges, com o sucesso da operação, o hotel voltou a funcionar, gerando emprego e renda para os baianos. “Acredito que o atual governo também terá uma atuação firme para evitar que um equipamento tão importante e tradicional quanto o Hotel da Bahia seja perdido”, afirmou. O Pestana Bahia, localizado no bairro do Rio Vermelho, ainda é o maior hotel do Nordeste e um dos maiores do país. A intervenção evitou que fosse transformado em empreendimento imobiliário.

3 de Março de 2010

Projeto dos aposentados repercute no país

Publicado por Assessoria de Comunicação em Direto da Redação

Jornais de circulação nacional repercutiram hoje a aprovação do projeto PLS 187/2004 de autoria do senador César Borges (PR-BA) reduzindo para 60 anos a idade de isenção dos aposentados no pagamento do IR.

Para o senador, a atenção ao projeto demonstra a importância social da proposta.

De acordo com ele, os elogios são unânimes e críticas minoritárias, sobretudo de ex-dirigentes ligados à Receita Federal, refletem uma mentalidade insensível, onde prevalece a idéia de que nenhuma concessão tributária deve ser feita ao contribuinte brasileiro.

“Não concordo com isto, creio que já pagamos impostos em demasia”, disse César Borges.

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